Gislaine D’Assumpção - Brasil






Formada em Psicologia pela PUC-MG; pós-graduada em  Psicologia Transpessoal e Gestalt Terapia pelo GONPO  Transpersonal Instituto  Finlândia. Ministra curso de Formação em Psicologia Transpessoal, Tanatologia e Mandalas em Belo Horizonte, outros estados do Brasil e no exterior.
Membro do CIT - Colégio Internacional dos Terapeutas. Autora dos Livros: “Pingo de Luz” e “De volta a Casa do Pai” (orientação sobre a vida e a morte para crianças de 03 a 90 anos). Coordenadora da UNIPAZ de Minas Gerais. Fundadora e Presidente do Instituto Renascer da Consciência.




Palestra: A ARTE DA TRANSIÇÃO ABORDAGEM QUÂNTICA DA MORTE




Este trabalho aborda a Tanatologia, dentro da perspectiva da Psicologia Transpessoal, e sua aplicabilidade pelos terapeutas que lidam com a morte em sua rotina. Seu objetivo é demonstrar como o estudo deste processo, em seus variados aspectos, é capaz de propiciar ao homem maior compreensão e aceitação das perdas ao longo da vida. Com isso, há a possibilidade de ampliação de estados de consciência que demonstrem ser a morte física uma transição para outros níveis de existência. Dessa forma, contrapondo-se, aqui, ao paradigma científico de definição de morte, que estabelece parâmetros, mecânicos e físicos, rígidos e categóricos quanto à finitude da vida. Os estudos demonstraram a importância da Tanatologia, aliada à Psicologia Transpessoal, na preparação dos terapeutas, objetivando proporcionar um atendimento especial e acolhedor das reais necessidades, emocionais e psicológicas, dos pacientes durante o processo de morrer, por meio de recursos terapêuticos como sonhos, mandalas e visualização criativa.
A psicologia Transpessoal se interessa particularmente pelos estudos dos Estados de Consciência, e possui recursos que permitem trabalhar o medo da morte preparando melhor as pessoas para a vida. Quando tratamos de temas existenciais, especialmente a morte, estamos lidando também com a transcendência, portanto, abordaremos o tema da espiritualidade dentro deste trabalho.
Trabalhar construtivamente com a Fenomenologia da Morte, beneficia diretamente a qualidade de vida tanto dos profissionais que lidam diretamente com o sofrimento e a morte, como de seus pacientes, proporcionando um complemento indispensável aos cuidados médicos convencionais.

 
“Quando você compreende totalmente que cada dia em que acorda pode ser o último, você aproveita a oportunidade para evoluir, tornar-se mais aquilo que realmente é”.




 


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